Arquivo de julho \27\UTC 2015

O que é e como fazer a “obra de Deus”?

Jesus disse: "Aquele que crê em mim faz a obra de Deus"!

Jesus disse: “Aquele que crê em mim faz a obra de Deus”!

     Poderia simplesmente responder: “não faço a obra de Deus, pois se é de Deus, não é minha, logo, quem faz é Ele.” Porém isso é, na minha forma de entender, apenas parcialmente verdadeiro.
     Antes de mais nada, vamos deixar claro: “fazer a obra de Deus” nada tem a ver com cumprir uma agenda de atividades de uma denominação religiosa, pois muitos associam a “obra de Deus” a qualquer coisa que esteja relacionado a isso, sejam cultos, trabalhos de “evangelismo” ou de “missões”. Não há base alguma para dividir todas as coisas em dois polos, sagrado e profano, e associar essas coisas atribuídas como “sagradas” a esse obra divina. Mas vamos ao que importa:
     Em João 6 observamos que quando perguntaram a Jesus como poderiam “fazer a obra de Deus”, Ele lhes respondeu: “A obra de Deus é esta: crer naquele que Ele enviou”. Em outras palavras, Jesus disse: “Aquele que crê em mim faz a obra de Deus”!
     Pera aí… Quer dizer então que é por isso que em João 14 Jesus diz: “Aquele que crê em mim fará também as obras que faço e fará coisas ainda maiores do que estas”? Isso mesmo! Quem crê faz a Obra de Deus, pois a Obra é justamente crer! Mas não ache que “crer” é meramente “acreditar”, pois se assim fosse, até o diabo viveria fazendo a obra divina, pois os demônios creem e tremem (Tiago 2). Crer genuinamente é ter fé, é depositar confiança a ponto de entregar-se, de desistir de seus méritos e de assumir que é um miserável pecador que carece da Graça divina. E é essa fé que não só nos faz entregar, mas também nos pacifica pela certeza de que fomos abraçados na Cruz.
     Mas não para por aí, pois pense um pouquinho:
     Jesus é a revelação plena de Deus ao homem, é a Palavra de Deus que se fez carne, é a imagem do Deus invisível, é, portanto, a representação de uma humanidade perfeita, certo? Olhando para Ele vemos como deveríamos ser, pois Ele é nosso modelo, nosso Mestre. Então se é em Cristo que creio e é a Ele que sigo, percebo que é a imagem dEle que é o ideal de Deus para que eu seja. Sendo assim, se Cristo foi a vontade perfeita de Deus sendo executada na Terra por um homem (Jesus), fazer a obra de Deus neste mundo é nada mais, nada menos que procurar repetir aqui os feitos de Jesus. Ou seja: amar, perdoar, ajudar, acolher, não discriminar, abraçar, caminhar junto, ensinar, se alegrar com os que se alegram e participar da dor daqueles que choram, fazer o bem a todos, não pagar mal com mal, resistir à tentação… “Cristão” significa “pequeno Cristo”, então mesmo que neste mundo sejamos ainda de forma imperfeita (pois estamos ainda em processo de transformação), é nesse objetivo que seguimos. O alvo é sempre Ele.
     Lembra que o Espírito Santo foi enviado para habitar em nós? Ou seja, Deus também está dentro de nós, de forma que a Obra dEle também é feita através de nós. Quando eu faço algo para o meu próximo, por exemplo, é Deus fazendo Sua obra através de mim. Ao mesmo tempo, sou eu fazendo algo a Deus, pois Deus também está habitando esse meu irmão. Por isso sirvo a Deus quando sirvo quem está ao meu lado.
     Percebe como tudo está interligado? E mais: mesmo que eu entenda e faça o que Jesus me ensinou a fazer, continuarei sem ter mérito algum, pois, como lemos em Filipenses 2, até o nosso querer e o nosso realizar vem de Deus. Não sobra espaço para focar no homem. Jamais teremos créditos com Deus, pois mais que façamos a “Obra de Deus”. Tudo é por Graça, por um favor imerecido. O que fazemos é apenas por amor, por fé, por gratidão e como adoração.

Autor: Wesley de Sousa Câmara

Sempre ouço falar de se fazer a “obra de Deus”, melhor não escrever sobre o assunto, mas vale repassar esse post do bibliaafundo.net

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Vídeos que Mudam vidas – 01 – Você é uma boa pessoa?

Você é uma boa pessoa?

BoaPessoa

Todos temos sempre algo que consideramos nosso, se é informação e nos custou caro, ela é nossa, afinal vivemos na era da informação, nem tudo dá pra dar um like ou compartilhar. Diz-se que o que uma importante pessoa da época medieval recebia de informações durante a vida toda caberia em um jornal diário e grande circulação de hoje. Uma vez um professor me falou que quando a informação nos custa muito temos dificuldade em passarmos adiante, usou como exemplo uma pessoa que aprende determinada tarefa na prática (sem teoria ou manual) e outra que aprende em uma sala de aula e depois pratica, a primeira vai sempre reter informação, a segunda vai sempre querer ensinar.

Jesus tinha um método de ensino, primeiro dava a teoria (parábolas – mesmo elas sendo exemplos práticos) e depois enviava os discípulos, não para praticarem (testarem o método), mas para executarem as tarefas (aprendi na escola bíblica 14/07, Pr. Humberto). O Mestre nunca reteve informação, nos deu a conhecer tudo. Ele nunca disse vão e digam o que eu disse, mas façam o que tem visto.

João 14. 12 – 14 Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai. E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho. O que vocês pedirem em meu nome, eu farei”.

Peço perdão a todos pelas informações que retive. Todos os dias é  tempo de falar de
Jesus Cristo.

Veja agora a maneira correta de utilizar os 10 mandamentos na evangelização:

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Histórias que mudam vidas – 01 – John Wesley

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História que ouvi sobre John Wesley. Ele estava pregando pelo país, montado em seu cavalo, meditando na Palavra de Deus, e percebeu que, em três dias, ninguém o tinha perseguido, ninguém o tinha caçado, ninguém o tinha amaldiçoado, ninguém tinha tentado bater em seu corpo com paus e pedras. Então, ele desceu de seu cavalo e começou a orar e a indagar em seu coração. Ele disse: “Deus, eu me tornei um homem carnal? Minha mensagem se tornou tão mundana que ninguém mais me persegue?”. Exatamente neste momento de sua oração, um fazendeiro que odiava John Wesley, o viu orando, pegou um tijolo e jogou-lhe. Passou raspando o seu nariz! Então, Wesley louvou ao Senhor, dizendo: “Deus, muito obrigado! Agora sei que o Senhor confirmou seu favor a mim”. Então, quando você se levanta e pessoas aplaudem é um pouco assustador, você espera que seja um reflexo de piedade de ambas as partes, mas você nunca tem certeza.

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Estacionamento privativo em órgão público.

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Tem algum tempo que eu reparo nessa plaquinha (amarelinha abaixo da imagem) e já perguntei a muitas pessoas como pode um local público ter estacionamento privativo, mas sempre em tom de brincadeira, reconheço a necessidade de se ter vagas exclusivas para pessoas que realmente necessitem e que não podem se deslocar distancias maiores.

Mas convenhamos poderia ter outro nome, privativo em um local público soa estranho.

Quantas vezes tenho visto isso em vários locais, coisas que parecem estar fora do lugar, fora do tempo, fora do padrão, etc… isso é ruim? Não, acredito ser até necessário, você já deve ter se sentido assim em vários momentos da sua vida. Pode ter certeza você não está só.

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Felicidade X Sorrisos

simplicidade

Alguns dias são muito mais especiais que outros. Estes, especiais, começam de forma muito tranquila e, logo de manhã, nos entregam a sensação de que algo grandioso vai acontecer, porem, as vezes  o dia termina e nada acontece, então meses depois, esses dias vem a memória,  lembramos e entendemos o que aconteceu, Deus falava conosco. Exemplo de um dia desses é esse texto, escrevi a quase um ano, já estava esquecido na memória,  e hoje (07/07/2015) eu precisei de um texto sobre a diferencia entre sorriso e felicidade.

23/10/2014, 6:30 am.

Ao dar uma zapeada no twitter me chamou a atenção um texto sobre uma palestra de um filosofo (na verdade: escritor e filósofo Pascal Bruckner)  que ao participar de um congresso expôs a sua visão de felicidade. Diz ele “mostrou que a poesia da vida pode ser, em si própria, a tão almejada felicidade.” E eu concordo.

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Não da mais, não consigo.

07

Tenho pensado muito, e quem não tem feito isso nesses momentos de incertezas anunciadas, mas tenho tido tempo para pensar,  afinal das 23 as 6 eu não tenho trabalhado então uso esse tempo vago.

O assunto que tem tomado meus pensamentos quase sempre é o centro do evangelho,  ou melhor, o quanto o evangelho fica sem centro. Não sei muito bem o que Deus fez comigo, mas transformou uma pessoa dura e nada preocupada com as coisas do Alto, em alguém sentimental, apegado a família, a coisas simples e que o foco dos pensamentos são justamente as coisas do Alto (em respeito a quem não sabe do que estou falando, Deus, Jesus Cristo e Espírito Santo).

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